A briga pelo revezamento 4×100 feminino

1 de abril de 2015

Troféu Maria Lenk 20151 comentário em A briga pelo revezamento 4×100 feminino

Essa é mais uma disputa que vai pegar fogo no Maria Lenk: as quatro vagas para o revezamento 4×100 livre feminino para o Mundial de Kazan. Esse é um revezamento importantíssimo: quem se classificar pode conseguir colocar o Brasil nas Olimpíadas na prova. Isso porque, caso a equipe repita o 11º lugar que conquistou nesse revezamento no Mundial de Barcelona em Kazan, o país garante participação nas Olimpíadas nessa prova.

Mas voltando para um passo antes: quem tem mais chances de conseguir as vagas?

Até o momento, com os tempos do Open, estão classificadas:

– Larissa Oliveira (54”61 – recorde sul-americano, batido na competição)
– Graciele Herrmann (54”76)
– Daiane Becker (55”35 nas eliminatórias)
– Alessandra Marchioro  (55”69).

Foto: Satiro Sodré, SSPress

Foto: Satiro Sodré, SSPress

Logo em seguida, temos Manuella Lyrio, que fez 55”94 abrindo o revezamento do Minas, completando 5 nadadoras abaixo de 56” na competição.

O sexto tempo do Open também veio de uma abertura de revezamento: Etiene Medeiros, com 56”09. Seu leque de provas hoje em dia é extenso. Especialista no costas, Eti tem se destacado muito também no 50 livre (bateu o recorde sul-americano no Open) e no 100 borboleta (pegou índice para o Mundial de Curta, mas abriu mão da prova pela cronograma da competição, em que a prova batia com o 50 costas). Na ótima fase em que está, o 100 livre não pode ser descartado.

No Maria Lenk, Etiene está inscrita para o 50 e 100 costas, 100 borboleta e 50 livre. Mas pode conseguir a vaga no revezamento caso faça um dos quatro melhores tempos abrindo o revezamento do SESI. Em entrevista a Swim Brasil, Eti já disse que pensa na prova para o revezamento, embora o foco  seja no 100 costas e 50 livre.

Depois dela, também em boa fase, aparece Gabrielle Roncatto, que fez 56”14 na competição, mas nadou poucas semanas antes para 56”00 no Brasileiro Juvenil. Treinando com Amém desde o início do ano, Roncatto é versátil e nada bem o peito, medley e livre, e tem se dedicado mais às duas últimas.

Foto: Satiro Sodré, SSPress

Foto: Satiro Sodré, SSPress

Isso sem falar em Daynara de Paula, que fez 55”80 no Pan Pacific, Natalia de Luccas, que nadou para 55’93 ‘em 2013, e outras nadadoras que vem nadando para 56”baixo e tem condições de baixar o tempo.

Além do revezamento, estamos com boa expectativa para que alguma das atletas (ou, quem sabe, mais do que uma), alcancem o índice individual da prova, que é de 54”43. O tempo é abaixo do recorde sul-americano mas certamente está na mira das brasileiras. 

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