A força do Japão na natação

12 de setembro de 2014

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Na semana passada, o japonês Kosuke Hagino fez o melhor tempo do mundo esse ano no 200 medley. Durante o Campeonato Intercolegial Japonês, ele nadou 1’55”33, novo recorde asiático da prova.

Hagino, 20 anos, é o principal nome de uma natação japonesa em ascensão. O país foi o segundo que mais conseguiu medalhas na natação em Londres, com 11 no total (3 pratas e 8 bronzes). Esse ano, o Japão é o quarto país que mais tem nadadores no top 5 do ranking mundial em provas olímpicas, atrás apenas das potências EUA, Austrália, e da Grã Bretanha, que também vive boa fase.

O New York Times fez uma matéria interessante falando sobre a expectativa desse sucesso culminar em uma grande campanha nas Olimpíadas de 2020, em Tóquio.

O grande nome no feminino é Kanako Watanabe, de 17 anos, segunda colocada no ranking mundial no 100 e 200 peito em 2014. Ela foi a única mulher a nadar para 1’05” esse ano, além de Ruta Meilutyte. Para ela, os créditos para esse momento do país devem ser dados a Kosuke Kitajima.

A importância de Kitajima é inegável. Um dos maiores peitistas da história, ele é simplesmente bicampeão olímpico do 100 e 200 peito. De acordo com a reportagem do NYT, após Atenas-2004, a natação apareceu pela primeira vez como um dos 10 maiores interesses dos jovens do país. Em grande parte graças a ele, a natação é hoje o esporte que as pessoas mais querem assistir nas Olimpíadas de Tóquio.

A reportagem ainda ressaltou o Instituto de Ciências do Esporte do Japão, criado na última década para ajudar a incorporar tecnologias avanças no treinamento. Dos 22 membros do staff do Japão no Pan Pacific, 5 são desse Instituto. O próprio Kitajima falou como o apoio melhorou e cresceu para a natação nos últimos anos.

Grandes resultados em Olimpíadas não vem por acaso…

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