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Quem pode ser tri (ou tetra) campeão mundial em Budapeste?

18 de julho de 2017

Mundial Budapeste 2017Nenhum comentário em Quem pode ser tri (ou tetra) campeão mundial em Budapeste?

Um seleto grupo de nadadores terá a chance de chegar a seu terceiro (ou quarto título) mundial em Budapeste.

Seis nadadores tem a chance de se sagrar tricampeões mundiais consecutivos caso vençam suas provas no Mundial de Budapeste. São três mulheres e três homens que sagraram-se bicampeões mundiais em Kazan e seguem em alto nível com o início do novo ciclo olímpico.

Sun Yang é o único nadador pode se tornar tetracampeão mundial consecutivo na competição, no 800 livre. Ele venceu a prova pela primeira vez no Mundial de Shangai, em 2011, e confirmou o favoritismo nas edições de 2013 e 2015. Lembrando que a prova passa a ser olímpica a partir de Tóquio-2020.

O chinês ainda pode se sagrar tricampeão mundial consecutivo do 400 livre e ganhar seu terceiro título no 1500 – venceu em 2011 e 2013, mas não nadou em Kazan.

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Além desses, há dois nadadores que já foram tricampeões mundiais e podem conquistar seu quarto título, embora não consecutivos. É o caso de Cesar Cielo no 50 livre e Daniel Gyurta no 200 peito. Ambos venceram as provas nas edições de 2009, 2011 e 2013. Cielo não nadou sua prova principal no Mundial de Kazan enquanto Gyurta terminou o 200 peito em terceiro.

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Katinka Hosszu é bicampeã mundial do 200 e 400 medley. Na última prova, ela tem ainda um ouro do Mundial de Roma, em 2009, e se vencer em Budapeste, além de tri consecutiva, ganhará sua quarta medalha dourada na prova. Competindo em casa com a ajuda da torcida e vindo do título olímpico nas duas, ela é favorita a alcançar esse feito.

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Sarah Sjostrom tem uma história parecida no 100 borboleta: venceu no Mundial de Roma com recorde mundial, quando tinha apenas 15 anos. Terminou em quarto lugar no Mundial de Shangai e venceu a prova nos últimos dois Mundiais (2013 e 2015). Assim como Katinka, Sarah vem do ouro na prova na Olimpíada, com recorde mundial. Se vencer agora, ela se tornará tricampeã consecutiva e conquistará seu quarto ouro na prova, uma marca impressionante.

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Uma das tantas marcas inacreditáveis de Katie Ledecky é jamais ter perdido uma prova em Mundiais e Olimpíadas. Quando estreou em Mundiais, em 2013, ela nadou o 400, 800 e 1500 livre, e pode se tornar tricampeã nas três provas – é a favorita absoluta em todas elas. Além disso, luta pelo bicampeonato no 200 livre, que só disputou em Kazan.

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O japonês Daiya Seto é o atual bicampeão mundial do 400 medley, e busca o tri em Budapeste. Bronze nas Olimpíadas do Rio, seus principais adversários serão justamente os que chegaram na sua frente no Rio: o conterrâneo Kosuke Hagino, campeão olímpico, e o norte-americano Chase Kalisz, que tem a melhor marca da temporada.

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Camille Lacourt sobre ao pódio do 50 costas em Mundiais desde 2011, quando foi prata. Depois disso, sagrou-se bicampeão da prova, vencendo em Barcelona e Kazan. O francês tem o quinto melhor tempo do mundo este ano, mas é difícil não apontá-lo como um dos favoritos da prova.

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Chad Le Clos é o atual bicampeão mundial do 100 borboleta em piscina longa, além de ter conquistado a prata nas Olimpíadas de Londres e o bronze no Rio. Mas o tri não vai ser fácil: o campeão olímpico Joseph Schooling é o favorito depois do 50”39 feito no Rio – e ele já voltou ao nadar para 50” esse ano, inclusive no treino. Caeleb Dressel e Lazslo Cseh também tem tempos melhores que Le Clos desde o ano passado. A disputa será imperdível.

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