O melhor de Hangzhou – Mundial de curta

18 de dezembro de 2018

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O Mundial de piscina curta acabou, mas nossos corações ainda estão na China, depois de uma semana com tantos acontecimentos. Diversas medalhas brasileiras, com direito a recorde mundial. Confira abaixo o melhor de Hangzhou:

A começar pelo melhor país, que indiscutivelmente foi os Estados Unidos. Os americanos somaram um total de 36 medalhas e tiveram mais ouros que o total de medalhas de qualquer outro país.

Quadro de medalhas

PAÍS OURO PRATA BRONZE TOTAL
USA 17 15 4 36
Russia 6 5 3 14
Hungria 4 1 0 5
Holanda 3 6 2 11
China 3 5 5 13
África do Sul 3 2 2 7
Australia 2 2 8 12
Japão 2 1 5 8
Brasil 2 0 6 8

 

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Fora o domínio americano, destaque para o consolidado time russo, liderados por Kliment Kolesnikov, Vladimir Morozov e Evgeny Rylov. E o time húngaro, mais conhecido como Katinka Hosszu…

As Medalhas Brasileiras

Ouro: Nicholas Santos nos 50 borboleta e Luiz Altamir/Fernando Scheffer/Leonardo Santos/Breno Correia no 4×200 livre
Bronze: Matheus Santana/Cesar Cielo/Marcelo Chierighini/Breno Correia no 4×100 livre; Guilherme Guido/Felipe Lima/Nicholas Santos/Cesar Cielo no 4×50 medley; Felipe Lima no 50 peito; Etiene Medeiros no 50 livre; Daiene Dias no 100 borboleta; e Brandonn Almeida no 400 medley

Os melhores nadadores de Hangzhou

Chad Le Clos foi considerado o melhor de Hangzhou no masculinoEscolhidos pela FINA, Katinka Hosszu e Chad Le Clos levaram o título de melhores nadadores da competição.

Chad Le Clos, o melhor de Hangzhou no masculino, levou 1 ouro (100 borboleta), 2 pratas (50 borboleta e 200 borboleta) e 1 bronze (100 livre).

Katinka Hosszu foi mais soberana. Levou 4 ouros (200 medley, 400 medley, 100 medley e 200 borboleta) e a prata no 100 costas (além de uma quarta posição nos 200 costas).

Destaco também Ranomi Kromowidjojo no feminino, que levou 3 ouros individuais (50 livre, 100 livre e 50 borboleta), além de 4 pratas e 1 bronze em revezamentos. E Caeleb Dressel, no masculino, que levou um ouro (100 livre), 2 pratas (50 livre e 100 borboleta) e mais 5 ouros e 1 prata em revezamentos.

(Foto: Istvan Derencsenyi)

 

Ranomi, em entrevista para a FINA após sua última prova, os 50 livre: “Foi uma semana muito bem-sucedida. Eu estava um pouco cansada essa noite, depois de uma semana competindo e foi um pouco difícil os 50. Mas é a última prova então você dá tudo. Eu queria terminar em primeiro. Todos estão cansados então no final o que sobressai é a atitude.”

Recordes

Um total de 9 recordes mundiais foram batidos, sendo que 6 em revezamentos (5 batidos pelos EUA e 1 batido pelo Brasil) e 3 em provas individuais: Ariarne Titmus nos 400 livre feminino, Daiya Seto nos 200 borboleta masculino e Kirill Prigoda nos 200 peito masculino.

O próximo mundial acontecerá em Gwangju, na Coréia do Sul, no ano que vem. Será em piscina longa e servirá para muitos países já como seletiva para os Jogos Olímpicos em Tóquio.

Foto de capa: Satiro Sodré/SSPress 

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