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O maior medalhista da história Panamericana

18 de julho de 2015

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O Brasil terminou a competição com 10 medalhas de ouro, 8 recordes sul-americanos superados e boas perspectivas. Não levou o quadro de medalhas, após um excelente dia para os Estados Unidos, mas não há do que reclamar da performance brasileira na competição.

200 medley feminino

Em uma prova onde sabíamos da dificuldade de ter uma brasileira no pódio, Joanna Maranhão chegou muito próxima ao seu recorde sul-americano, fazendo sua melhor marca sem trajes com 2’12”39, terminando em quarto com o excelente final de 30”51, o melhor entre as oito. A campeã, foi a medalhista olímpica da prova Cailtlin Leverenz com 2’10”51, novo recorde pan-americano. A prata ficou com sua compatriota Meghan Small com 2’11”26, vencendo na batida de mão a canadense Sydney Pickrem com 2’11”29. Gabrielle Roncatto também esteve nessa final e terminou em sétimo com 2’17”02.

Joanna Maranhao. Jogos Pan-americanos, Natacao no Aquatics Centre. 18 de julho de 2015, Toronto, Canada. Foto: Satiro Sodre/SSPress

Foto: Satiro Sodre/SSPress

200 medley masculino
Prova dominada pelo Brasil desde o início, com Thiago Pereira forçando para conseguir sua 22a medalha de PAN. Thiago virou em primeiro até o último parcial, mas Henrique Rodrigues ficou perto a prova inteira e fechou melhor, garantindo seu primeiro ouro individual de PAN, com 1’57”06, terceiro melhor tempo do mundo. Thiago Pereira foi prata com 1’57”42, conseguindo superar o cubano Erick Lopez como maior medalhista da história panamericana e fazendo a 4a melhor marca do mundo este ano. O bronze ficou para o jovem Joseph Bentz, dos EUA, recordista mundial júnior da prova, com 2’00”04.

 

Thiago Pereira, Henrique Rodrigues. Jogos Pan-americanos, Natacao no Aquatics Centre. 18 de julho de 2015, Toronto, Canada. Foto: Satiro Sodre/SSPress

Foto: Satiro Sodre/SSPress

1500 livre masculino 
Prova muito bem nadada por Brandonn Pierry Almeida, a promessa da nova geração que já virou realidade. Começando muito atrás (7o até os 300 metros e 6o até os 1100 metros), Brandonn fez uma estratégia arriscada mas que se mostrou correta, em prova negativa: 5’06-5’06-4’59 ultrapassando os adversários a partir dos 1200 metros. Por pouco não veio a prata, mas valeu o bronze com novo recorde brasileiro: 15’11”70, com direito a fechar para 56”7. Ouro para a estrela canadense (e ídolo de Brandonn) Ryan Cochrane com 15’06”40, e prata para Andrew Gemmell (15’09”92).

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Foto: Satiro Sodré/SSPress

4×100 medley feminino 
Pesou o cansaço, e esse foi o revezamento feminino mais fraco da competição, comparado aos sensacionais 4×100 livre e 4×200 livre. Etiene Medeiros (1:00.65), Jhennifer Conceição (1:08.50), Daynara De Paula (58.41) e Larissa Martins (54.96) ficaram em terceiro com 4:02.52.

O grande destaque veio do time americano, que foi campeão da competição: Natalie Coughlin nadou para 59”05, mostrando que continua viva no 100 costas (prova em que é bicampeã olímpica), fazendo o terceiro melhor tempo de 2015 no mundo.

Jogos Pan-americanos, Natacao no Aquatics Centre. 18 de julho de 2015, Toronto, Canada. Foto: Satiro Sodre/SSPress

Foto: Satiro Sodre/SSPress

4×100 medley masculino
Excelente prova do Brasil, conquistando os três revezamentos da competição. Guilherme Guido abriu com novo recorde panamericano e sul-americano, um fortíssimo 53”12, quarto melhor tempo do mundo este ano – algo que não víamos há anos na prova de 100 costas no Brasil. França nadou para 59”81 e manteve a liderança, seguido de Arthur Mendes, que com 52”12 entregou o revezamento para Marcelo Chierighini emparelhado com os EUA. Josh Schneider abriu forte mas Marcelo dosou melhor a prova e com 47”61 ganhou o 10o ouro do Brasil na competição. O tempo total, 3’32”68, é novo recorde panamericano.

revezamento masculino toronto panamericano

Foto: Satiro Sodré / SS Press

 

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