TEMPO REAL: Pan Toronto 2015 – Finais Dia 3

16 de julho de 2015

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400 medley feminino

Recorde sulamericano: Caitlin Leverenz – 4’37”74 – USA (2015)

Final B: Em uma série com apenas 4 nadadoras. A argentina Florencia Perotti, conhecida por nós brasileiros, por treinar aqui no Brasil, liderou desde o começo e não teve adversárias para levar a série com 4’50”52. Gabrielle Roncatto que possui uma segunda metade da prova muito forte, tentou alcança-la e chegou a diminuir a diferença, mas não foi o suficiente, terminando em segundo com 4’53”49, um pouco melhor que pela manhã.

FINAL A: Desculpem a demora. Muita emoção essa prova. A briga pelo ouro ficou por conta da canadense Emily Overholt e a americana medalhista olímpica Caitlin Leverenz. Para delírio da torcida, a canadense bateu na frente e para delírio de novo, foi desclassificada. Vitória para Leverenz com 4’35”46, novo recorde panamericano. A prata acabou ficando para a outra canadense Sydney Pickrem com 4’38”03. E Joanna Maranhão, acabou ficando com o bronze, fazendo sua melhor marca pessoal depois de 11 anos, com 4’38”07.

400 medley masculino

Recorde sulamericano: Thiago Pereira – 4’11”14 – Brasil (2007)

FINAL A: Mais uma desclassificação, mas agora a nuvem negra veio pro nosso lado. Thiago Pereira que havia vencido e feito a marca histórica de 22 medalhas em Panamericanos, não subirá dessa vez no pódio. Ao menos, não por enquanto, já que o Brasil irá recorrer. Brandonn Pierry, por outro lado, é só alegria. Com o tempaço de 4’14”47, não só chegou muito perto de Thiago, como bateu o recorde mundial Júnior e até o momento é Campeão Panamericano.

100 borboleta feminino

Recorde sulamericano: Kelsi Worrell – 57”24 – USA (2015)

FINAL A: Por um momento a prova foi de Daynara. A brasileira passou em segundo nos 50 com 26”87 e atacou bem até os 65 metros. Mas mais por mérito das adversárias, terminou em quarto com 58”56. A campeã foi a recordista Kelsi Worrell que piorou um pouco, mas o suficiente para o ouro: 57”78. A prata ficou com a canadense Noemie Thomas com 58”00 e sua compatriota Katerine Savard ficou com o bronze com 58”05. Ainda tivemos Daiene Dias na quinta posição com 58”74.

100 borboleta masculino

Recorde sulamericano: Kaio Márcio – 52”05 – Brasil (2007)

FINAL A: Até os 75 metros, todos os oito finalistas estavam a frente da linha do recorde panamericano. Mas no fim só o campeão nadou abaixo e por apenas um centésimo. Ouro para o americano Giles Smith com 52”04. Prata para o jovem argentino Santiago Grassi com 52”09. Bronze para o dono da casa Santo Condorelli, que subiu ao pódio também nos 100 livre, com 52”42. Arthur Mendes não teve uma boa prova e terminou na sétima posição com 52”73.

4×200 livre feminino

Recorde sulamericano: Estados Unidos – 8’01”18 (2011)

Voltamos daonde não devíamos ter saído. Revezamento 4×200 livre com 7’56”36, ganha força para brigar entre as melhores do mundo. Tempo com condições de chegar a uma final mundial e olímpica. Destruiu o antigo recorde sulamericano, feito em maio, que já havia sido um marco, por quebrar um recorde que durava há 11 anos. Nada como quebrar um tabu. Time campeão foi os Estados Unidos com novo recorde panamericano com 7’54”32.

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