Segundo dia de muitos recordes no Chico Piscina

9 de outubro de 2015

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A tradicional piscina de Mococa presenciou um dia de natação de altíssimo nível no segundo dia de Chico Piscina. Foram tantos recordes que fica difícil eleger o destaque do dia.

Começando pelo 200 livre, a disputa entre Heitmann e Rafaela Raurich era uma das mais aguardadas da competição. Ontem, as duas melhoraram seus tempos e Heitmann levou a melhor, vencendo o 400 livre. Hoje, a mineira repetiu a vitória e fez sua melhor marca pessoal, 2’00”71, baixando do 2’01”01 feito no Finkel e se aproximando cada vez mais do revezamento 4×200 livre absoluto – tarefa que, obviamente, não será nada fácil. Raurich terminou em segundo com 2’02”05 – vale lembrar que a nadadora ainda é juvenil 1, e ainda tem um ano de Chico Piscina pela frente. As duas destruíram o recorde de Gabrielle Roncatto de 2’03”34.

Heitmann: 28”25 – 29”94 (58”19) – 31”25 – 31”27  – 2’00”71
Raurich: 28”36 – 30”31 (58”87) – 31”12 – 32”26 – 2’02”05

Forte também foi o dia de Maria Eduarda Sumida, que venceu duas provas no infantil hoje e soma três ouros na competição. No 200 livre, ela ganhou com 2’06”07. No 200 medley, travou intensa disputa com a companheira de seleção paulista Bruna Leme e venceu com 2’22”33, novo recorde do campeonato, contra 2’22”86 de Bruna.

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Ainda no feminino, o recorde de 200 medley juvenil de Julia Gerotto, que já durava desde 2009, foi superado por duas nadadoras. Fernanda Goeij foi ouro com 2’18”72 – tempo que a coloca como uma das melhores nadadoras do Brasil no absoluto. A prata ficou com Maria Pessanha com 2’20”75.

No masculino, a primeira grande prova do dia foi do atleta infantil 1 Murilo Sartori. No 200 livre, ele não só venceu todos os nadadores infantil 2 que disputaram a prova como bateu com folga o recorde de campeonato, que pertencia a André Augusto dos Santos (que por sua vez havia batido marca de Brandonn Almeida). Sartori fez 1’56”93, contra 1’57”66 de André, feito quando o nadador era infantil 2.

Parciais de Sartori: 27”21/ 29”64 (56”85)/30”22/29”86 – 1’56”93

E no 200 medley, Caio Pumputis superou o recorde de Lucas Salatta que já durava 12 anos. O nadador fez 2’03”75 e colocou nada menos que 4 segundos e meio em todos os nadadores.

Destacamos ainda a vitória de Breno Correia no 200 livre masculino, com fortes 1’52”00, ficando a 40 centésimos do recorde de Felipe Ribeiro. O nadador chegou quase 3 segundos à frente do segundo colocado, Arthur Cury, cm 1’54”82.

No 100 borboleta feminino infantil, dobradinha paulista com Sofia Rondel (1’04”99) e Beatriz Santos (1’05”10). No juvenil, vitória da favorita Clarissa Maria com 1’01”79. Na prova masculina, o infantil foi vencido pelo argentino Diaz Wurg Kevin com 58”41, seguido de Alexandre Adum com 59”68 e o peruano Sebastian Hernandez com 1’00”53. No juvenil, Matheus Gonche venceu com 55”78, seguido de Leonardo Chaves (56”79) e Gabriel Araya (56”95).

Ainda teve o 200 medley masculino infantil, vencido pelo carioca Eduardo Martiniano com 2’13”85, bem a frente dos paulistas Davi Mourão e Brunno Suzuki, segundo e terceiro lugares respectivamente com 2’15”07 e 2’15”91.

Nos revezamentos, a seleção paulista venceu as 4 disputas do 4×100 livre e com tranquilidade, sendo que nas provas femininas ambas com recorde de campeonato. No Infantil feminino, média abaixo de 1 minuto para as paulistas, que somaram 3’58”35, oito segundos a frente das segundas colocadas.

Já no Juvenil feminino, também com recorde, mas não com a mesma facilidade, as paulistas levaram com 3’53”34, exatamente 1 segundo a frente das mineiras.

Apesar de não ter recorde, o revezamento paulista do infantil masculino foi bem superior, levando o ouro com 5 segundos de vantagem sobre os mineiros segundos colocados. A seleção paulista venceu com 3’40”85. No Juvenil, mesma história, ouro para São Paulo com mais de 4 segundos de vantagem sobre os gaúchos, que terminaram com a prata.

Após duas etapas, a Seleção Paulista lidera tanto o infantil, como o juvenil e absoluto. No Infantil, o Peru está com a segunda colocação até o momento, poucos pontos a frente da seleção carioca. No Juvenil e no geral, a seleção mineira é quem ocupa a segunda posição.

Dificilmente o título sairá das mãos dos paulistas (na verdade, matematicamente acredito que já esteja ganha a competição) mas a disputa pelo segundo lugar está bem acirrada e talvez seja definida apenas na última prova.

 

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